O cérebro tem uma 'alfândega' molecular — a barreira hematoencefálica (BHE) — que filtra o que entra. A maioria das formas de magnésio não passa. Por isso, mesmo pessoas suplementando magnésio podem ter níveis cerebrais baixos.

O L-treonato muda esse jogo.

A descoberta do MIT

Em 2010, pesquisadores do MIT (Slutsky et al., publicação em Neuron) demonstraram que essa forma específica:

  • Aumenta os níveis de magnésio no líquido cefalorraquidiano.
  • Aumenta a densidade sináptica em regiões ligadas à memória.
  • Melhora memória de trabalho e aprendizado em modelos animais e humanos.

Para quem é indicado

  • Profissionais com alta demanda cognitiva.
  • Estudantes e pessoas em períodos de prova.
  • Adultos acima dos 40 preocupados com prevenção de declínio.
  • Pessoas com 'névoa mental' pós-COVID ou pós-estresse crônico.

Protocolo recomendado

  • 1.000–2.000 mg de L-treonato ao dia (~ 144–288 mg de magnésio elementar).
  • Dividir em 2 tomadas (manhã e início da noite).
  • Tomar com alimento.
  • Efeitos cognitivos costumam aparecer entre 3 e 6 semanas.

O que esperar — e o que não

  • Mais clareza mental, memória de curto prazo melhor, melhor desempenho em tarefas complexas.
  • Não é estimulante. Não substitui sono. Não vira você em 'L mítico'.

Sinergia no 3 Magnésio + B6

O L-treonato no nosso composto entra como camada cognitiva do produto: enquanto o bisglicinato cuida do sono e o dimalato da energia, o treonato faz o cérebro funcionar melhor o dia inteiro.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica.